Entidade pede medidas preventivas contra exploração sexual de crianças

Outubro 31, 2009 at 12:28 pm | In América do Norte | Leave a Comment

O Estado mexicano precisa adotar legislações mais preventivas, além das punitivas, para os crimes de exploração sexual comercial de meninos/as e adolescentes. A avaliação é do organismo Visão Mundial no México e se baseia nos altos índices desse delito nas fronteiras e nos pontos turísticos do país.

“A Visão Mundial considera que se requerem avanços legislativos não somente punitivos, mas também em matéria de prevenção. Faz falta a garantia de que as meninas, os meninos e os/as adolescentes sejam tratados como vítimas e não como delinquentes, e que suas vozes sejam escutadas e levadas em conta”, diz um informe do organismo, divulgado ontem (29).

Com operativos esporádicos não se atende o problema, é necessário atualizar as leis, sensibilizar os órgãos promotores de justiça e a atenção permanente ao problema por parte de autoridades, meios de comunicação e sociedade em todo o país, considerou Juan Antonio Veja, assessor em direitos humanos da Visão Mundial.

Para o grupo, a prevenção deve ser feita nas comunidades “através de oficinas de prevenção da violência familiar, atenção às causas que geram a pobreza, organização comunitária e apoio psicossocial”.

A difícil prevenção do crime está associada às quantidades de dinheiro envolvidas, à tolerância ou cumplicidade das autoridades locais, estatais e federais, à passividade da comunidade e à ampla extensão geográfica, pontuou o informe do organismo.

A preocupação da Visão Mundial se baseia nos altos índices de exploração sexual de meninos/as e adolescentes no México. Quase 80% das vítimas são meninas entre 10 e 14 anos de idade, aponta a organização.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), havia, em fevereiro de 2008, cerca de 70 mil meninos, meninas e adolescentes sendo explorados no país, 50 mil deles nas fronteiras e 20 mil, principalmente, nas regiões turísticas. Sem contar, claro, os casos em que as vítimas não denunciam sua exploração.

Os principais locais onde ocorrem a exploração são Cidade do México, Tijuana, Ciudad Juárez, Guadalajara, Acapulco, Tapachula e Cancún.

Veja mais informações em: https://visionmundial.org.mx/archivos-de-usuario/trabajo_infantil_mexico_esp.pdf.
Site da Visão Mundial: www.visionmundial.org.mx.

Fonte: Adital

Polícia mexicana desarticula rede de pornografia infantil pela Internet

Setembro 30, 2009 at 1:18 am | In América do Norte, Colômbia, Crimes Digitais, Europa | Leave a Comment

Policiais federais e de três estados mexicanos detiveram seis pessoas, entre elas um menor, supostamente dedicados à produção e distribuição pela Internet de pornografia infantil em vários países da Europa, Centro e América do Sul, informaram hoje fontes oficiais.
O vicefiscal da Procuradoria Geral de Justiça do Distrito Federal (PGJDF), Luis Genaro Vázquez, explicou que os supostos delinquentes foram capturados em uma operação conjunta lançada em Jalisco, Estado do México, e a capital do país, pelas autoridades federais e de outros países.

Após a ação se comprovou que esta rede mexicana desarticulada mantinha pelo menos quinze contatos na Espanha e cerca de trinta na Colômbia.

O funcionário comentou que também solicitaram, através da Organização Internacional da Polícia Criminal (Interpol), a colaboração com a Venezuela, Argentina, Equador, Peru, Brasil e Costa Rica, onde se pensa que a banda mantinha contatos.

“Em sua oportunidade formalizaremos os pedidos às autoridades destes países para que no âmbito de suas jurisdições realizem as investigações correspondentes”, acrescentou.

“Hoje nos pusemos em contato com autoridades das policiais nacionais da Colômbia e da Espanha para completar a investigação”, acrescentou.

Explicou que os seis supostos delinquentes, vários deles com educação superior, recopilavam, armazenavam e distribuíam pornografia infantil por e-mail com outros membros da rede.

Fonte: Último Segundo

México: Tráfico de menores pode converter-se em pandemia, afirma estudo de CNDH

Setembro 22, 2009 at 2:12 am | In América do Norte | Leave a Comment

No México, se carece de um sistema eficaz de proteção e assistência a crianças vítimas de exploração sexual, pois este problema e o tráfico de menores de idade pode se converter em uma pandemia sem controle, advertiu a Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH).

No documento ‘Diagnóstico das Condições de Vulnerabilidade que Propiciam o Tráfico de Pessoas no México’, elaborado pela CNDH e o Centro de Estudos e Investigação em Desenvolvimento e Assistência Social, se assegura que a exploração sexual de crianças e adolescentes é uma modalidade de crime organizado. O estudo mostra que, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística e Geografia (INEGI), entre 16 mil e 20 mil meninos e meninas são explorados sexualmente a cada ano.

Citou que em 2007 o Escritório do Relator Especial da Organização das Nações Unidas (Onu) sobre a Venda de Crianças, Prostituição Infantil e Pornografia Infantil, informou que no Distrito Federal se estima que haja mais de 20 mil crianças e adolescentes em situação de rua que enfrentam alta vulnerabilidade. Essa situação, indica o documento, refere-se ao risco de converter-se em vítimas de tráfico de pessoas, exploração sexual comercial, pornografia e prostituição infantil.

Mostra que o Escritório do Relator da Organização das Nações Unidas constatou que no bairro de La Merced, no Distrito Federal, acontece a venda de material que contém imagens de abuso sexual a menores e identificou zonas de alta concentração de meninos e meninas vítimas de exploração sexual.
Estas zonas estão fundamentalmente no bairro de La Merced e nos terminais de ônibus, onde se concentram meninos e especialmente meninas que viajam sozinhas, provenientes do sul do país.

No caso de Guadalajara, Jalisco, foi observada a existência de aproximadamente dois mil menores de idade em situação de rua, muitos dos quais exercem a prostituição para conseguir sua sobrevivência.

Também em Tijuana, Baixa Califórnia, o Escritório do Relator Especial verificou a existência de um mercado sexual de grande magnitude com conexões internacionais, além do que, esse ponto seria também lugar de tráfico de migrantes e tráfico de pessoas para diversos fins.

Da mesma forma, em Ciudad Juárez, Chihuahua, foi identificada uma vulnerabilidade própria das zonas de empresas de montagem, que preferem empregar mulheres jovens e menores de idade a fim de explorar seu trabalho com facilidade, o que se traduz em violência contra as mulheres e vinculação com a pobreza.

Fonte: Adital

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A cada ano 10 mil mulheres são traficadas no México

México inicia participação na campanha “Coração Azul” contra o tráfico de seres humanos

Agosto 17, 2009 at 6:46 pm | In América do Norte | Leave a Comment

Comissão interministerial reúne representantes de vários setores que unirão suas forças para atuar num país que serve como origem, trânsito e destino de pessoas traficadas

tráfico de seres humanos MéxicoA recém criada Comissão Interministerial de Prevenção e Combate ao Tráfico de Pessoas no México aprovou por unanimidade a proposta do UNODC de lançar a Campanha do Coração Azul no país. O México será o primeiro país da América Latina a liderar esse movimento global contra o tráfico de seres humanos.

“Como país de origem, trânsito e destino, o México tem mostrado um grande comprometimento no enfrentamento ao tráfico de pessoas, principalmente com a criação dessa comissão”, disse o especialista em prevenção ao crime do UNODC Felipe De La Torre. “O aumento da conscientização representa um componente fundamental dessa resposta multi-institucional coordenada”, afirmou.

Segundo De La Torre, milhares de vítimas são exportadas do México, transportadas pelo país ou chegam a ele com a esperança de oportunidades melhores. “Com a adoção da Campanha do Coração Azul, o UNODC e o México juntam suas forças no sentido de estimular os indivíduos, as organizações sem fins lucrativos e o setor privado a lutar contra esse crime que envergonha a todos,” acrescentou.

De acordo com a legislação mexicana de prevenção e combate a o tráfico de pessoas, a Comissão Interministerial é o órgão máximo a nível federal no enfrentamento a esse tipo de crime no México. Ela é comporta pelo Procurador Geral e por ministros responsáveis por nove pastas: Assuntos Internos, Comunicação e Transporte, Relações Exteriores, Segurança Pública, Trabalho, Saúde, Desenvolvimento Social, Educação Pública e Turismo.

Também participação da comissão representantes do Sistema Nacional de Assuntos Familiares, do Instituto Nacional da Mulher, do Instituto Nacional sobre Migração e do Instituto Nacional sobre Ciências Penais, bem como do Conselho Nacional Popular.

Francisco Gómez Monte Urueta, Secretário de Assuntos Internos do México, recomendou a todos os membros da Comissão Interministerial que concentrem seus esforços na criação de um amplo plano nacional para prevenir e combater o tráfico de pessoas.

Nos próximos meses, o UNODC trabalhará juntamente com o Governo do México para organizar uma série de eventos voltados para o aumento da conscientização pública e o estímulo a ações que coíbam o tráfico de pessoas. As universidades, o setor privado e a mídia mexicana também terão a oportunidade discutir o tema nas mesas redondas que serão organizadas, debatendo seu papel na prevenção do tráfico de pessoas. A campanha no México será oficialmente anunciada em março de 2010.

Fonte: UNODC

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A cada ano 10 mil mulheres são traficadas no México

EUA tiram guarda de mãe indígena por não saber inglês, diz jornal

Agosto 16, 2009 at 4:19 pm | In América do Norte, EUA | Leave a Comment

A imigrante mexicana Cirila Baltazar Cruz, 34, perdeu a guarda de sua filha por não saber falar inglês, publicou neste sábado a versão on-line do jornal espanhol “El País”.

Cruz, que é indígena e fala chatino –uma língua utilizada por cerca de 50 mil pessoas, segundo o jornal–, teve em um hospital de Pascagoula, no Estado americano do Mississippi, uma menina chamada Rubi, sua terceira criança, há oito meses. Os outros dois filhos da imigrante moram com sua família, no Estado mexicano de Oaxaca.

A indígena foi acusada de negligência infantil e nunca soube do que foi acusada, de acordo com a reportagem. O “El País” ainda classificou que a imigrante tem dificuldades para se expressar em espanhol.

Ela trabalhava como garçonete em um restaurante de comida chinesa em Biloxi, a cerca de 40 km de Pascagoula. Ela foi assistida no hospital por uma intérprete de espanhol e inglês e foi a profissional quem denunciou a mexicana.

Em documentos anexados ao processo, a intérprete disse que Cruz pretendia dar sua filha à adoção e voltar ao México e que o fato de não falar inglês colocava em risco o bebê. A imigrante nega que tenha dito isto ao jornal.

Agora a mexicana é defendida por uma ONG de ajuda aos imigrantes que denuncia o caso como um exemplo de discriminação. Leia a íntegra do texto do “El País” em espanhol.

Fonte: Folha Online

A cada ano 10 mil mulheres são traficadas no México

Julho 26, 2009 at 4:23 pm | In América do Norte | Leave a Comment

A pobreza, a ignorância e a decepção as levam para isso: com maquiagem excessiva, salto alto, roupa sensual e um sorriso forçado elas são exploradas sexualmente.

Um estudo da Universidad Autónoma de Nuevo León, coordenado pelo Dr. Arun Kumar Acharya, professor pesquisador integrante do Instituto de Investigaciones Sociales, revela que cada ano se trafica no México cerca de 10 mil mulheres que são atraídas dos estados do sul e centro do país. Elas são exploradas sexualmente na região norte do país, principalmente na cidade de Monterrey, que mensalmente recebe entre 300 a 400 mulheres para este fim.

De acordo com Kumar Acharya, exigência dos clientes é tal que aproximadamente 50% dessas mulheres, são menores de idade -de 12 a 15 anos preferencialmente- e de pele branca.

São mulheres extremamente pobres, não encontram trabalho em sua comunidade e sofrem violência intrafamiliar. Há casos em que os próprios namorados vendem suas parceiras aos traficantes. Na maioria dos casos são crianças e adolescentes que procuram trabalho e caem nessa rede.

Essas mulheres se concentram em centros noturnos, bares, casas de massagem, table dance, até mesmo em alguns hotéis com turistas nacionais e estrangeiros, principalmente.

As mulheres traficadas fazem parte de uma população oculta, vulnerável e clandestina, da qual existe pouca ou nenhuma informação e dificilmente se consegue obter alguma.

Além dos traficantes de mulheres, há também outras pessoas que as iniciam na exploração sexual, em muitos casos éo noivo, o amigo, o patrão ou a própria família que as vendem e revendem para serem cruelmente tratadas como objeto de consumo.

O inferno se agrava quando os patrões exercem um controle sobre elas criando uma situação de endividamento e dependência, já que lhes cobram moradia, vestuário, alimentação e assistência médica. As dívidas são pagas por meio da prostituição. Não têm liberdade pois são constantemente vigiadas para evitar que fujam. Caso alguma mulher se rebele ou se negue, pode ser submetida por seus raptores à violência física como violações ou privada de alimento. Esta informação foi obtida, em parte, de entrevistas com 20 mulheres que se encontram nessa situação.

A enganosa contratação

De acordo com as entrevistas realizadas para a pesquisa da UANL, com vítimas da exploração sexual, o modus operandi consiste em homens e mulheres que atuam como traficantes viajarem às zonas marginalizadas da região sul e centro do México, onde a pobreza é extrema e não há esperança de progresso por falta de emprego e educação.
Os traficantes se aproveitam para enganar essas mulheres oferecendo trabalho doméstico ou em fábricas, em cidades como Monterrey.

A ilusão de empregos relativamente bem pagos, nesta cidade, é suficiente para que as mulheres, ante a sua ignorância caiam nas mãos dos recrutadores que trabalham para traficantes.

Para muitas é impossível a emigração por vias formais, e ao sonhar com uma vida melhor em outra cidade, se tornam fácilmente vulneráveis. Normalmente recebem falsas promessas de trabalho.

De onde vêm

Guerrero
Chiapas
Oaxaca
Hidalgo
Puebla
Michoacán
Guanajuato
Campeche
Zacatecas
Colima
Veracruz
Quintana Roo

Pólos de exploração

Monterrey
Ciudad Juárez
Tijuana
Cancún
Acapulco
Ciudad de México

As causas

Pobreza
Desemprego
Violência intrafamiliar
Paixão pelo explorador
Decepções

(Tradução Brasil Contra a Pedofilia)

Fonte: Rede Peruana Contra a Pornografia Infantil

Veja também:

Infância na pobreza, mais vulnerabilidade à violência sexual
Cinema: “Desaparecidos” (Trade)
A verdade sobre o turismo sexual
Filme: Tráfico Humano (Human Trafficking)

Infância na pobreza, mais vulnerabilidade à violência sexual

Julho 23, 2009 at 5:08 pm | In América do Norte, Biblioteca Virtual | Leave a Comment

A violência sexual não distingue idade, nem nível socioeconômico e, quando ocorre na infância e se conjuga com condições de vulnerabilidade como a pobreza, seus efeitos se acentuam porque meninas e meninos possuem menos elementos para fazer frente, apontou a acadêmica da Escola Nacional de Trabalho Social, (ENTS) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), Araceli Suárez Herrera.

A especialista indicou que, em países como o México, não existem instituições que realizem registros ou estudos de alcance nacional que permitam calcular a dimensão e as características dos maus tratos contra a criança, nem sequer do total de casos conhecidos pelas autoridades.

Tampouco, disse, conta-se com leis que estabeleçam a obrigação de reportar os fatos em que se presuma a presença de agravos contra um menor de idade. No entanto, em nações onde se estabeleceu esta exigência e o Estado assume o compromisso de investigar, os especialistas advertem que as estatísticas não refletem o nível real de violência.

O Sistema Nacional para o Desenvolvimento Integral da Família (DIF), um dos poucos organismos que realiza este tipo de estudo, calculou que, em 2004, foram atendidos 397 casos de abuso sexual em todo o país, apontou Suárez Herrera, e comentou que os estados com maior índice foram Chiapas, 222; Yucatán, 192; Sinaloa, 116; Quintana Roo, 99; Estado de México registro, 94; e Hidalgo 69; entre outros.

Nesse mesmo lapso, disse, 50,7% dos estupros denunciados na Procuradoria Geral de Justiça do Distrito Federal (PGJDF) corresponderam a menores entre 12 e 17 anos de idade. Também ocorreram casos de abuso de meninas de três e quatro anos, e informações de humilhação de meninas e meninos de três meses de idade.

Em 60% dos expedientes, os agressores eram conhecidos ou familiares da vítima, e desses, 85% eram do sexo masculino.

Suárez Herrera disse que, segundo dados da Faculdade de Psicologia (FP), o 55% dos casos atendidos na consulta clínica sofreram agressões sexuais na faixa dos seis anos de idade, e 86% das vítimas foram meninas.

Quanto aos agressores, 51% eram da família da vítima. Desse total, 39% eram irmãos mais velhos; 26%, tios; 13%, pais biológicos; 7%, padrastos; 9%, primos; 6%, avôs. Fora da esfera familiar, foram registrados 8% de professores agressores.

Em entrevista, a especialista disse que o abuso sexual de menores de idade ocorre porque os adultos responsáveis por seu cuidado não supervisionam adequadamente suas relações e atividades; além disso, os agressores, ao aperceber que as meninas e os meninos carecem de atenção e afeto, vêem a oportunidade de atacá-los.

“Nos aspecto psicoemocional, o assédio se manifesta contra os menores de idade como insegurança e baixa auto-estima; sentem temor em denunciar. Demonstraram medo ao contato físico e desconfiança; costumam apresentar uma atitude submissa, choro sem motivo aparente, problemas para se relacionar e dificuldade para aceitar elogios”, detalhou.

Em algumas ocasiões, apontou, os danos emocionais não se refletem em curto prazo, apenas na adolescência ou na idade adulta, quando se apresentam dificuldades para se relacionar com os demais, depressão aguda e, em casos mais graves, tentativas de suicídio.

Não existem sintomas vinculados exclusivamente ao estupro. Para detectar que uma menina ou menino foi abusado sexualmente, existe uma série de sinais de alerta, como a expressão explícita da violação, reiterou.

Por outro lado, especificou que se consideram os efeitos negativos desse ato segundo o grau de severidade com que se deram os fatos, ou seja, se a vítima foi mal-tratada durante o abuso, o número de repetições e a relação existente entre o agressor e a vítima.

A especialista recomendou falar com os menores de idade sobre sexo de forma clara e simples, assim como ensiná-los a respeitar seu corpo e exigir que os demais também o façam. Também estimulou a denúncia de casos de abuso, porque apenas assim poderá ser sancionado esse tipo de delitos.

Fonte: Adital

Pedofilia: Suspeito tinha 4 milhões de fotos

Junho 26, 2009 at 11:53 pm | In América do Norte, Canadá, Crimes Digitais, EUA | Leave a Comment

Um canadense, suspeito de liderar uma rede de pedofilia, foi preso no México pela posse de 4 milhões de fotos e vídeos contendo imagens de crianças nuas ou em poses sexualmente provocantes.

O suspeito, Arthur Lelland Sayer, foi pego em flagrante na sua casa em Tijuana (perto da fronteira com os EUA), com um grande número de fotografias e vídeos que foram armazenados em mais de uma dúzia de discos rígidos.

Uma investigação está sendo feita para saber se a rede de pedofilia age nos três países da América do Norte: México, Estados Unidos e no Canadá.

Cybers policiais do Ministério da Segurança Pública do México descobriram a rede pedófila no domingo e prenderam o canadense numa operação conjunta com agentes de Fevimtra, uma unidade especial que combate o tráfico humano.

Veja também:

Cinema: “Desaparecidos” (Trade)
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