O perigo diante de uma tela

Novembro 2, 2009 at 12:42 am | In Crimes Digitais, Rio de Janeiro | Leave a Comment

O pedido inusitado de uma suposta amiga para que mostrasse os seios diante da webcam intrigou L., de 14 anos. Ela, no entanto – mais uma entre os muitos adolescentes que ficam horas na frente da tela do computador conversando pelo MSN, pelo Orkut ou por outros sites de relacionamento -, acabou cedendo. O que L. e a família não sabiam é que seriam vítimas de chantagem eletrônica. Ao descobrir que não se tratava da amiga, a jovem resolveu bloquear o invasor pelo MSN, mas o hacker enviou-lhe um e-mail e a ameaçou: caso o bloqueasse de novo, divulgaria a foto da menina na escola dela.

Situações como essa fazem parte do cotidiano da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que recebe uma média de oito casos por mês envolvendo jovens que caem em armadilhas pela internet, seja com a exibição de fotos e vídeos íntimos ou constrangedores, seja com a criação de perfis falsos e bate-bocas virtuais. A titular da DRCI, delegada Helen Sardenberg, justifica o baixo número de registros com o medo que as vítimas e seus parentes têm da superexposição.

O advogado Y., de 45 anos, pai de N., de 14, percebeu que o filho andava mais quieto do que o normal. Em fevereiro do ano passado, ele chamou um hacker para descobrir a senha de N., então com 13 anos, no Orkut e acessar as conversas dele. A investigação por conta própria, com o apoio da DRCI, rendeu a prisão de um pedófilo que assediava N. e os amigos.

- O pedófilo tinha uma boa conversa. Entrou na comunidade dos garotos com a ajuda de uma adolescente de 14 anos. Ele veio com propostas estranhas. Quando meu filho tentou se afastar dele, o criminoso disse que faria um perfil falso no Orkut para denegrir a imagem dele, dizendo que era gay – diz o advogado.

 

Fonte: O Globo

Juíza decide manter preso suspeito de pedofilia no RJ

Outubro 28, 2009 at 12:08 am | In Crimes Digitais, Rio de Janeiro | Leave a Comment

Homem foi reconhecido por menores em audiência.
Ele é suspeito de tentar aliciar adolescentes pela internet
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A juíza da 4ª Vara Criminal de Niterói (RJ) anunciou no final da tarde desta terça-feira (27) a decisão de manter preso um homem acusado de aliciamento de menores. O homem compareceu a uma audiência durante a tarde e foi reconhecido por três adolescentes de 14 anos. Um outro menor não compareceu à audiência.

A prisão do suposto aliciador aconteceu no dia 4 de setembro na Praia de Camboinhas, em Niterói (RJ). O pai de um dos menores, alegando que o filho estava sendo ameaçado, se fez passar pelo menino nas conversas pela internet para marcar um encontro e chamou a polícia para armar o flagrante.

Outro pai havia tentado a mesma operação para conseguir um flagrante do susposto aliciador, mas não teve o mesmo sucesso. Em entrevista ao G1, este pai disse que ele sua mulher descobriram conversas virtuais entre o adolescente e um homem que insistia para que o menor tivesse relações sexuais em troca de dinheiro.

O suposto aliciador está com a prisão preventiva decretada e seguirá detido. Ele voltará ao juízo no dia 3 de dezembro para ser interrogado. De acordo com a decisão da juíza, o homem tem ascendência estrangeira e poderia deixar o país caso fosse solto, por isso o pedido de liberdade foi negado.

O advogado do réu informou que só teve acesso aos autos do processo nesta terça-feira (27) e que não poderia dar mais detalhes. Nenhuma testemunha de defesa compareceu ao local da audiência. O réu não teve nenhum contato direto com os adolescentes durante a audiência. Ao G1, o advogado disse que seu cliente lhe informou que o contato com os menores pela internet era apenas uma brincadeira.

Fonte: G1

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Pai finge ser o filho na internet para flagrar suspeito de pedofilia

Pai finge ser o filho na internet para flagrar suspeito de pedofilia

Outubro 27, 2009 at 1:14 pm | In Crimes Digitais, Rio de Janeiro, Tecnologia | Leave a Comment

Homem conta ao G1 a estratégia para defender o filho de 13 anos.
Suposto aliciador foi preso. Audiência na Justiça é nesta terça
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Quando chegar a uma audiência marcada para a tarde desta terça-feira (27), o pai de dois meninos e uma menina vai encarar uma história que resultou na detenção de um suspeito de aliciamento de menores. O homem, que prefere ser identificado somente como F., embarcou nessa história ao descobrir que seu filho mais velho — que completa 14 anos nesta terça– recebia na internet propostas sexuais de um suspeito de pedofilia com 32 anos. A partir daí, a rotina da família mudou completamente: houve ameaças de morte, flagrante e também mudanças na rotina para se proteger de um desconhecido que, segundo o pai do garoto, sabia o telefone e endereço da família.

“Minha vida virou de cabeça para baixo”, resume o pai, que relatou sua história ao G1. A emboscada que ele montou acabou não dando certo. Mas dois dias depois, com a ação de um outro pai que também contou ter o filho ameaçado, o suposto aliciador foi preso.

(A reportagem tentou entrar em contato com o advogado do suspeito diversas vezes por telefone, na sexta-feira, 23, segunda-feira, 26, e terça-feira, 27, mas não obteve sucesso.)

A suspeita

O pai começou a suspeitar de algo errado em julho, quando seu filho, então com 13 anos, passou a falar sobre assuntos que não faziam parte de sua realidade. “Eram uns papos estranhos, de que ele compraria uma moto e também participaria de programas na TV. Meu filho sempre gostou de moto, mas ainda não tem idade para tirar carteira e não teria como comprar uma”, contou o homem, que vive com a família no Estado do Rio de Janeiro.

Desconfiados das conversas estranhas, pai e mãe do jovem decidiram conferir, no computador da casa, o histórico de mensagens enviadas e recebidas em um comunicador instantâneo.

Foi quando descobriram as conversas virtuais entre o adolescente e um homem que insistia para que o menor tivesse relações sexuais em troca de dinheiro. Depois de muita resistência, o jovem acabou concordando em se encontrar com o adulto se ganhasse uma moto. As participações em programas de TV também seriam ideia do homem, que dizia ser produtor cultural antes de ser preso.

Comecei a suspeitar de algo errado quando meu filho começou com uns papos estranhos, de que compraria uma moto e participaria de programas de TV.

O encontro não chegou a acontecer. No dia combinado, o garoto teve febre alta e não pôde sair de casa. Segundo F., o relacionamento entre os dois começou em julho, na rua, quando o homem parou para pedir informações ao adolescente. Na mesma ocasião, ele ofereceu R$ 100 em troca de um programa sexual e o garoto negou. O homem então conseguiu o endereço do comunicador instantâneo do jovem com alguém das redondezas e usou o ambiente virtual para insistir na proposta.

Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Trend Micro indica que na internet os pedófilos seguem um padrão de comportamento. “Eles adotam estratégias de manipulação para ultrapassar a barreira das más intenções. Esse é o processo pelo qual convencem os jovens a saírem do relacionamento on-line para um encontro off-line”, explica Hernán Armbruster, gerente da companhia. Na maioria das vezes, continua o estudo, isso envolve bajulação, simpatia, presentes, dinheiro e até mesmo trabalhos como modelo.

Liberdade vigiada

Após a descoberta, o pai decidiu ter uma conversa séria com o filho, revelou ter visto as mensagens, mas o jovem não admitiu conversar com o estranho. “Fiquei bastante assustado, pois temos um relacionamento muito aberto. Se ele negou as informações para mim, fico imaginando outros pais que não têm um contato tão estreito com o filho.”

Mesmo sem a confissão do adolescente, F. foi até a delegacia mais próxima. As autoridades o instruíram a limitar a liberdade de seu filho, e foi o que ele fez. “Sempre o alertamos a ter cuidado e não falar com estranhos. Mas, quando se sentiu seguro e começou a acreditar nessa pessoa, ele forneceu informações pessoais, como o telefone de casa e até nosso endereço.”

Por isso, o adolescente que ia para a escola de ônibus passou a andar de perua escolar e todos os seus passeios — mesmo uma simples ida à locadora – ganharam a companhia de um adulto. No ambiente virtual, os pais bloquearam comunicador instantâneo e limitaram a navegação do jovem. “Passamos a viver um inferno, e meu filho perdeu toda a liberdade que tinha”, resume F. A rotina da família foi essa de julho a setembro, quando o homem que havia sido bloqueado na internet resolveu se manifestar no mundo off-line.

Ameaça de morte

A história ganhou outra dimensão quando, segundo F., o homem deixou um bilhete na caixa de correio de sua casa com a mensagem “entre no MSN [comunicador instantâneo] hoje ou você vai morrer”. “O maior problema é quando o virtual passa para o real e, nesse caso, estamos falando sobre uma ameaça de morte. Não era mais algo restrito à internet, mas sim alguém que tinha ido até minha casa”, desabafa o pai.

Conversa com o inimigo

Seu próximo passo foi procurar ajuda na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro. Como os policiais não poderiam conversar com o suspeito sem a ajuda da família – faltariam informações, e o homem poderia desconfiar –, o pai voltou a fazer contato com o adulto pela internet, se passando pelo filho. “Depois do sumiço, precisei reconquistar a confiança dele para conseguir armar um flagrante. Eu ficava na internet até 3 da manhã e, no dia seguinte, acordava cedo para trabalhar”, lembra o pai.

Questionado pelo G1 se não sentia raiva do internauta, ele respondeu. “Nessas conversas, pude confirmar que não houve nenhum contato físico entre os dois. O que dá mais raiva é saber que um adulto usou suas artimanhas para influenciar a forma de pensar do meu filho. Ele tentou deturpar os valores de um jovem, que ainda tem fraquezas psicológicas, mostrando que não há problemas em vender o corpo.”

Durante o dia, quando F. estava no trabalho, seu sogro ficava em casa por razões de segurança – sua mulher já havia visto um suspeito tocar a campainha, mas não abriu a porta. Um dia, quando esse desconhecido fez a mesma coisa, o sogro conseguiu anotar a placa do carro. Na DRCI, havia uma queixa de outro pai de menor aliciado envolvendo esse mesmo veículo, que estava no nome de um homem de 80 anos (descobriu-se depois ser o pai do suspeito). O filho desse outro homem tinha iniciado contato virtual com o adulto em fevereiro deste ano.

O flagrante

Com as conversas na internet, F. conseguiu marcar um encontro, em meados de setembro, com o homem que ele acusa de ter aliciado seu filho. No dia e hora marcados para o flagrante, no entanto, o adulto não apareceu – quando confrontado na internet, alegou ter sido puro esquecimento.

Dois dias depois, no entanto, o outro pai que também havia pego a placa do carro armou um flagrante com a polícia e usou seu filho como isca. Quando o veículo já conhecido pela polícia estacionou para pegar o garoto, as autoridades deram ordem de prisão. O homem está detido desde então e, assim como os pais dos adolescentes, aguarda a audiência desta terça.

Para F., o mais tenso dessa história foi ver como algo do universo virtual pode se tornar real, se não houver cuidado. E o mais surpreendente foi ver que o problema pode estar ao nosso lado sem ser notado. Hoje seu filho continua usando a internet, mas de uma maneira muito mais controlada: em seu comunicador instantâneo, por exemplo, o jovem só pode ter os contatos de amigos que conhece na vida real.

Fonte: G1

Veja também:

Estudo mapeia comportamento de pedófilos na internet

Construtor é preso por pedofilia

Outubro 24, 2009 at 11:40 pm | In Crimes Digitais, São Paulo | 1 Comment

O construtor civil B.B.M., de 43 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Pilar do Sul, quando tentava descarregar em uma lan house da cidade arquivos de pedofilia praticada por ele. A polícia não forneceu o nome completo do acusado, passando apenas as iniciais. A prisão aconteceu por volta das 13h30 deste sábado (24). Um adolescente de 14 anos, que mora em um bairro vizinho ao do construtor, no Jardim Bonanza, por enquanto é a única vítima identificada.

De acordo com informações da polícia, o funcionário do cyber desconfiou da atitude do construtor, que aparentava estar muito tenso e preocupado. Ao entregar a câmera digital para baixar os arquivos na internet, o funcionário resolveu abrir os arquivos para verificar o conteúdo. Segundo a polícia, geralmente, arquivos pessoais não são abertos por funcionários de lan house, que apenas salvam os arquivos na rede, porém, no caso do construtor, o funcionário suspeitou de que havia algo errado nos arquivos, então, abriu-os.

Dentro da máquina, havia fotos pornográficas e, também, a gravação em vídeo da relação sexual mantida por ele com o adolescente de 14 anos. Imediatamente, a Polícia Militar foi avisada, e os soldados Daniel Ferreira e Fábio Oliveira dirigiram-se até o cyber, onde prenderam o construtor. No primeiro momento, ele afirmou que não sabia que a vítima era adolescente. Na casa dele, os policiais apreenderam dois CDs com fotos de adolescentes em poses eróticas, a maioria meninas de calcinha e um vídeo no qual havia imagens de duas meninas de 10 anos de idade. Materiais pornográficos, como revistas e DVDs, também foram apreendidos. O número de adolescentes e crianças vítimas do construtor ainda será apurado pela polícia durante as investigações.

B.B.M. é solteiro e morava sozinho na casa. Segundo contou à polícia, ele teria antecedente criminal por furto, mas a ficha dele ainda seria pesquisada hoje à noite. Levado ao plantão da Delegacia de Pilar do Sul, o construtor civil foi indiciado pelo delegado Pedro Luiz Dal Boni no artigo 241B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), pelo qual é crime adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

A pena, no caso de condenação, é reclusão de um a quatro anos, e multa. B.B.M. aguardará o julgamento em uma cela separada de presos comuns na Cadeia Pública de Pilar do Sul.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Mãe obriga a filha a fazer sexo com o padrasto e filma tudo

Outubro 23, 2009 at 9:27 am | In Crimes, Crimes Digitais, Rio Grande do Sul, Vídeos Ilustrativos | 2 Comments

Uma adolescente de apenas 13 anos era obrigada pela própria mãe a participar de bacanal, fazendo sexo com ela e o atual marido dela (padrasto da menina), em Alvorada, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O casal ainda filmava tudo.

Um dos vídeos foi entregue, pela própria adolescente, ao Conselho Tutelar.

A prendeu o casal e a vítima vai morar com o pai biológico dela.

A polícia informa que o caso é configurado como estupro e cada um deles pode pegar até 20 anos de cadeia.

A mãe alegou que levava a filha para o atual marido porque sofria ameaças.

O homem diz que nunca ameaçou e que pensava que era um presente que estava ganhando.

Assista ao vídeo da reportagem:

Fonte: ClickPB

Descoberta de rede de pedofilia em Florianópolis acelera aprovação de projeto

Outubro 23, 2009 at 3:10 am | In Crimes Digitais, Leis, Santa Catarina | Leave a Comment

A Polícia Civil investiga uma rede de pedofilia que atua pela internet a partir de Florianópolis. Uma pequena mostra das provas veio à tona na quarta-feira, no plenário da Assembleia Legislativa. Duas fotos cedidas pela polícia foram exibidas na tribuna pelo deputado Kennedy Nunes (PP).

As imagens mostram simulações de atos sexuais com crianças de dois e seis anos. As fotos foram feitas em Florianópolis e fazem parte de uma investigação policial iniciada em março deste ano.

A exibição das fotos ajudou na aprovação de um projeto que entrou em vigor nesta quinta-feira em Santa Catarina e que obriga o cadastramento de clientes e a instalação de câmeras de vigilância em lan houses.

Até mesmo para delegados experientes o assunto revolta. À frente das investigações, Renato Hendges, um dos delegados mais veteranos do Estado, resumiu como se sente diante deste crime:

“Após analisar as imagens e conversas na internet que grampeamos, preciso consultar uma psicóloga, porque falta estômago”.

Com a nova lei, as lan houses têm 60 dias para instalar as câmeras. Os estabelecimentos devem, ainda, manter cadastro de todos os usuários pelo
prazo de dois anos.

O controle deve conter o tipo e o número do documento de identidade apresentado, endereço, telefone, o equipamento usado, além dos horários do início e do término de sua utilização e o Protocolo Internet (IP) do equipamento usado.

Esses procedimentos vão auxiliar também na contenção de práticas ilegais, como extorsão e contatos durante sequestros.

Na edição de sexta-feira, os jornais do Grupo RBS em Santa Catarina publicam reportagem especial com mais detalhes sobre a rede de pedofilia descoberta em Florianópolis.

Fonte: Jornal Floripa

Chantageava crianças com fotos eróticas

Outubro 23, 2009 at 1:40 am | In Crimes, Crimes Digitais, Portugal | Leave a Comment

Alexandra Serôdio

Ele usava os celulares para divulgar vídeos e fotografias de pornografia com menores. Ela fazia os filmes, ameaçava crianças e ainda abusava delas. Foram detidos pela Polícia Judiciária, em Espinho, e estão agora em prisão preventiva.

O indivíduo, de 43 anos, deficiente físico e residente em Espinho, seria a figura principal desta história. Teria começado por colocar anúncios em páginas de teletexto dos canais televisivos, onde mencionava o seu número de celular. Com conversas de amizade e pedidos de fotografias, era contactado por adolescentes e jovens que rapidamente enviavam para o seu telefone várias fotografias, umas mais eróticas que outras. Na posse desse material, o indivíduo ameaçava depois as vítimas que divulgaria as imagens, caso não fizessem carregamentos nos seus celulares.

Fonte da Polícia Judiciária de Leiria explicou que o caso começa com a denúncia dos pais de uma jovem, de 15 anos, residente na região, que estava sendo coagida a fazer carregamentos de celulares depois de ter enviado umas fotografias suas.

A investigação, iniciada há quatro meses, permitiu chegar a uma outra jovem, de 17 anos, que “começou por ser vítima” desse homem. Depois, “com promessas de um compromisso sério de namoro” e “convencida que teria ali o homem da sua vida”, a moça “começou a enviar fotografias suas e vídeos para o suspeito”, algumas “em poses eróticas”.

Com o avançar da “relação” entre os dois suspeitos, a jovem teria também enviado “fotografias e vídeos de atos sexuais”, não só “praticados por ela mas também por crianças que aliciava a pedido do suspeito”. Segundo fonte da PJ, a suspeita “atingiu uma escalada de violência tal que chegou a ameaçar com uma navalha alguns menores para a prática de atos sexuais”. As vítimas, têm entre cinco e 12 anos, e teriam confessado os crimes aos pais, que apresentaram queixas às autoridades.

Carlos do Carmo, coordenador do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, explicou, ao JN, que o casal não tem ligações de parentesco, e que o indivíduo “apenas observava” e que “não há suspeitas de que tenha molestado crianças”. Aquele investigador refere ainda que o suspeito vivia sozinho com recurso a uma reforma de invalidez. Segundo Carlos do Carmo, “a investigação está longe de terminar”, pelo que não pode ser colocada de lado a eventualidade de se estar perante uma rede de pornografia infantil.

A moça, “que teria sido completamente manipulada pelo suspeito”, vivia com a mãe, tomava conta de uma avó e de sobrinhas.

Os suspeitos foram presentes, anteontem, ao juiz de instrução criminal do Tribunal de Leiria, mas apenas ontem à tarde ficaram a conhecendo as medidas de coação: prisão preventiva.

Fonte: JN

Adolescentes filmam sexo no banheiro de Colégio Estadual

Outubro 22, 2009 at 8:04 am | In Crimes Digitais, Paraná | 7 Comments

Márcio Barros

Um vídeo de sexo entre dois meninos e uma menina, todos de 13 anos, dentro do banheiro do Colégio Estadual do Paraná (CEP), foi postado na internet. Para alguns, as imagens causaram constrangimento, para outros, furor, e para a maioria dos estudantes virou motivo de piada no site de relacionamento Orkut.

Há alguns dias, durante a aula, os três adolescentes deixaram a sala e se encontraram no banheiro. Um dos estudantes gravou as cenas e colocou as imagens na internet. Logo em seguida, como uma febre, elas se espalharam pelos celulares dos alunos.O vídeo já foi retirado da internet. O caso é investigado pela Delegacia do Adolescente e corre em segredo de justiça.

Nota

Segundo a Secretaria Estadual de Educação, em nota divulgada à imprensa na tarde de ontem, o “Colégio tomou as providências junto à família e ao Ministério Público para que os menores recebam as orientações necessárias e não sofram por parte da comunidade escolar qualquer constrangimento”.

A nota diz ainda que todos que têm vínculo com a escola também estão sento orientados “a continuar os projetos de prevenção à violência e preservação da saúde nos seus diversos níveis, e a apoiar as medidas tomadas pela Administração para o retorno da normalidade no ambiente escolar”.

Orkut

Em uma das páginas da instituição, no site de relacionamento Orkut, a discussão pegou fogo. Os comentários são os mais variados possíveis, e o que dá a entender é que todos assistiram ao vídeo. “Até agora ninguém me disse que o assunto estava proibido…e sobre ser “alertada” das consequências da divulgação do vídeo. Eu vi tudo por aqui…”, diz uma garota.

sexting-parana

Fonte: Paraná-Online

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