Pedófilo reincidente é preso em Mosqueiro
Novembro 4, 2009 at 1:16 pm | In Crimes, Pará | Leave a CommentEstá preso na Seccional de Mosqueiro, o prestador de serviços Ozimar Alfredo Cardoso Corrêa, 40 anos, conhecido por “Capiti”. Ele é acusado de abusar sexualmente de um garoto de 12 anos, fato denunciado pela mãe da vítima.
Ao ser preso, Ozimar confessou o delito, bem como disse ao delegado Armando Mourão, diretor da seccional, que já respondia a um outro processo na Justiça de Icoaraci, pelo mesmo motivo, desde 2006.
Mourão consultou o site do Tribunal de Justiça do Estado e confirmou que realmente existe no Fórum de Icoaraci, um processo que Ozimar responde e, inclusive, está com prisão preventiva decretada. A vítima, na época, também tinha 12 anos.
Ozimar já estava no Mosqueiro há meses, escondido em um local de difícil acesso, no Furo das Marinhas, temendo ser preso, pois tinha conhecimento do mandado de prisão expedido pela Justiça.
Foi há dois meses, aproximadamente, que ele conheceu a sua última vítima, para quem ofereceu trabalho de ajudante, durante um serviço a ser prestado para um morador do centro da vila do Mosqueiro.
A partir desse relacionamento, passou a seduzir o menino com pequenas importâncias em dinheiro, além de lhe prometer que iria comprar um aparelho de som, um telefone celular, assim como o traria a Belém, para conhecer o bosque Rodrigues Alves, que o menino mantinha desejo de frequentar. O acusado ainda prometeu-lhe comprar revistas pornográficas.
Ozimar contou que depois de manter relações sexuais com o menino por três vezes, afastou-se dele por alguns dias, porém passou a sentir saudades dele. “Eu estava apaixonado e não conseguia ficar longe dele. Assim, fui lhe procurar e ofereci um serviço em um areal”.
Era mentira, disse o delegado Mourão. No seu depoimento, Ozimar confessou que atraiu o garoto para o areal, apenas para abusar sexualmente dele, mais uma vez. Ocorre que o menino reagiu e não quis mais uma vez se submeter à tara de Ozimar e, por isso, foi ameaçado por ele.
Segundo a vítima contou para sua mãe, o tarado lhe ameaçou de morte e até de fazer magia negra para lhe arrancar o coração. Amedrontado, acabou se submetendo outra vez aos abusos, mas decidiu que contaria tudo para a mãe, com medo de ser morto.
A mãe do pré-adolescente imediatamente procurou o delegado Armando Mourão, contando tudo o que o filho lhe dissera.
Mourão passou a procurar Ozimar, porém, somente conseguiu localizá-lo fora do período de flagrante. Mesmo assim o deteve, para averiguar a situação dele no Mosqueiro, e acabou encontrando a prisão preventiva decretada em Icoaraci, que permite mante-lo preso legalmente.
O delegado, na manhã de ontem, logo após ouvir depoimentos das pessoas envolvidas, dirigiu-se ao juiz do distrito do Mosqueiro, solicitando a prisão preventiva do acusado.
Por outro lado, o juiz de Icoaraci foi informado da detenção do pedófilo, porém, como não havia vagas disponíveis em Icoaraci, Ozimar permaneceu em Mosqueiro.
O delegado Mourão ouviu de duas donas de casa, moradoras do “Furo das Marinhas”, que mais dois garotos da localidade, teriam sido molestados por Ozimar. Não foi possível, entretanto, localizar essas duas outras possíveis vítimas, porém Mourão está mantendo contato com lideranças comunitárias daquela área, no sentido de levantar as acusações.
Acusado tem medo de morrer
De fala mansa, demonstrando certa tranquilidade, Ozimar aceitou conversar com a reportagem do DIÁRIO DO PARÁ. Ele disse que temia a reação dos presos, com quem seria colocado na cadeia: “Já ouvi falar que essa gente, quando não bate, quer violentar”. Leia a entrevista com o acusado:
DIÁRIO: – Você só gosta mesmo de garotinhos?
OZIMAR: – Olha, eu sou mesmo homossexual. Assumo. Mas, esse negócio do delegado dizer que são muitos garotos, não é verdade. Só mesmo esses casos. O de Icoaraci, e agora esse daqui. Não tem nada de mais dois lá no Furo.
D: – Como foi lá em Icoaraci?
O: – Lá, foi só papo. Eu não ofereci nada de valor. O menino era grande, disse que tinha 15 anos. Um dia eu cheguei a lhe amarrar, pois ele queria ir embora. Nesse dia, esqueci minha cueca, no local.
D: – Como descobriram?
O: – Foi a mãe dele que armou e chamou a Polícia. Eu fugi para cá para o Mosqueiro, pois um amigo me disse que havia uma ordem da Justiça para me pegarem.
D: – Você ameaçou matar a mãe do menino aqui do Mosqueiro?
O: – Olha, aqui no Mosqueiro, o menino tinha medo. Mas eu não fiz nenhuma ameaça para ele. Ele contou tudo para mãe, porque estava com medo. Azar o meu. Todo meu.
D: – E agora Ozimar?
O: – Eu estou com medo de voltar para Icoaraci. Se for possível, queria ficar por aqui. Passei a noite aí no xadrez (cela do Sistema Penal), atrás da delegacia (seccional) e ninguém mexeu comigo. Em Icoaraci, o xadrez vive cheio. Vão me matar.
Fonte: Diário do Pará
Vergonha: Prefeito de cidade paulista é flagrado pedindo propina para fazer obra
Novembro 4, 2009 at 9:06 am | In Brasil, Crimes, São Paulo, Vídeos Ilustrativos | Leave a CommentO prefeito de uma cidade do interior paulista é suspeito de exigir propina na execução de uma creche. Ele pede R$ 8 mil a um construtor, que fez a denúncia da irregularidade.
Assista à reportagem do Jornal Nacional:
Corte da Califórnia marca para dezembro audiência do caso Polanski
Novembro 3, 2009 at 8:53 am | In Crimes, EUA | Leave a CommentUma corte de apelações da Califórnia programou uma audiência para 10 de dezembro para ouvir a defesa do cineasta Roman Polanski, que busca a retirada das acusações contra ele pelo caso de abuso sexual de uma menor de idade há mais de 30 anos.
No dia 10 de dezembro um painel de três juízes da Corte de Apelações do Segundo Distrito de Los Angeles vai ouvir as alegações dos advogados de Polanski, que afirmam que o juiz da Suprema Corte Peter Espinoza errou ao negar a apelação do diretor no caso, que o mantém preso na Suíça a pedido da justiça dos Estados Unidos.
No dia 7 de maio, o juiz Espinoza rejeitou uma proposta dos advogados do diretor para anular o processo judicial, em uma decisão nada surpreendente depois que a defesa de Polanski informou que ele não voltaria aos Estados Unidos para a audiência.
Polanski, 76 anos, procurado pela justiça americana por ter mantido relações sexuais com uma adolescente de 13 anos há três décadas, foi detido em 26 de setembro em Zurique para uma possível extradição.
Na semana passada, a vítima do caso, a americana Samantha Geimer, atualmente casada, com filhos e que vive no Havaí, apresentou uma nova moção para o arquivamento da acusação contra o cineasta.
Fonte: G1
Um ano depois, caso Rachel desafia a polícia
Novembro 1, 2009 at 10:49 am | In Crimes, Paraná | 2 CommentsInvestigações sobre o assassinato que chocou Curitiba continua na estaca zero. Não há pistas sobre o que aconteceu na noite de 3 de novembro

Uma menina de 9 anos é raptada, abusada sexualmente e morta. O corpo é colocado dentro de um saco, enrolado em um lençol e posto dentro de uma mala, que é deixada na rodoviária. O enredo até poderia ser de um filme de terror, daqueles que contam histórias de maníacos, psicopatas, serial killers. Poderia, mas não é. Infelizmente, trata-se de um roteiro real: um crime que deixou o Paraná perplexo e levou Curitiba aos noticiários nacionais. Passado um ano, o assassinato de Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre ainda é um enigma para a polícia. Nem as mil pessoas entrevistadas, 100 suspeitos checados e 40 exames de DNA feitos levaram a polícia a algum lugar – os esforços, até agora, não ajudaram a elucidar o crime e as investigações continuam na estaca zero.
De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, e segundo a delegada responsável pelas investigações do caso, Vanessa Alice, até o momento não há nada de concreto sobre o assassino que abreviou de forma trágica a vida de Rachel. A polícia não tem ideia sequer do local em que a menina foi morta. Sabe-se apenas que Rachel foi vista pela última vez no dia 3 de novembro de 2008, logo depois da saída do colégio. Tudo o que aconteceu depois disso ainda é um mistério.
Com a falta de uma condução escolar disponível, Rachel costumava fazer o trajeto colégio-casa e casa-colégio todos os dias sozinha, de ônibus. Naquele dia, por volta das 17h30, como de costume, saiu da escola em companhia de um colega do Instituto de Educação, caminhando pela Rua Voluntários da Pátria. O garoto se despediu, entrou na loja dos pais, e Rachel seguiu em direção à Praça Rui Barbosa, onde deveria tomar o ônibus para ir para casa, na Vila Guaíra. Mas a menina nunca mais foi vista com vida. No ponto de ônibus da linha Dom Ático, na Praça Rui Barbosa, jamais apareceu, segundo passageiros costumeiros e o motorista.
O que aconteceu no caminho ainda é um grande ponto de interrogação para a polícia. Nem as câmeras das lojas da Rua Voluntários da Pátria puderam revelar algo – o que leva a crer, segundo a delegada, que o criminoso tenha levado a menina de carro e, neste caso, cometido o crime em um bairro distante.
O que se sabe é que, naquela mesma noite do desaparecimento, em algum lugar, Rachel lutou contra a morte, nas mãos de um assassino cruel, que abusou, mordeu e até mesmo cortou os cabelos da menina, que horas atrás carregava orgulhosa um troféu – um prêmio pela primeira colocação em um concurso de redação da Biblioteca Pública. O laudo da necropsia revela que Rachel morreu asfixiada entre as 20 horas e meia-noite do dia de seu desaparecimento.
Na noite seguinte, o assassino, então, levou o corpo de Rachel, já envolto em um saco plástico e um lençol, dentro de uma mala, até a Rodoferroviária de Curitiba. Depositou a mala embaixo de uma escada, próximo a um local em que índios dormiam improvisadamente. E foi-se. Passou despercebido em um terminal de ônibus por onde circulam diariamente cerca de 35 mil passageiros. O corpo foi descoberto na madrugada. Nenhuma impressão digital, nenhuma pista, nenhuma testemunha.
Desde então, solucionar o assassinato de Rachel Genofre vem se tornando um exercício desafiador para a polícia. “É extremamente desafiador. O criminoso cometeu o crime de uma forma astuta e inteligente, sem deixar sinal, nem rastro”, afirma Delazari. “Apesar de ter sido um local público, não tem testemunhas. O que é público deixa de ser público porque não há nenhum tipo de testemunha que possa dizer o que aconteceu.”
De acordo com a polícia, toda a rotina de Rachel, os locais que ela frequentava, a biblioteca, as redondezas da escola, a empresa do ônibus que ela pegava e os funcionários foram checados. Segundo a delegada, pessoas do relacionamento da menina, da escola, coleguinhas, pais de coleguinhas, comerciantes da região, vendedores ambulantes, pessoas conhecidas da mãe, conhecidas do pai, da família, do avô, do tio, entre outros, foram também ouvidos. “Foi feito um trabalho de fôlego, mas ainda não temos nenhuma prova que possa apontar o autor do crime”, diz Delazari.
Material genético
Com provas materiais escassas, a única prova concreta contra o autor é o material genético que ele deixou na menina. Desde o início das investigações, os suspeitos, sejam conhecidos da família ou mesmo pedófilos desconhecidos, vêm sendo submetidos ao exame de DNA. Até agora, todos deram negativo. É que, sem uma outra pista concreta que leve ao autor do crime, realizar quase que aleatoriamente exames de DNA fazem da tarefa de solucionar o caso a mesma coisa que procurar uma agulha em um palheiro.
No momento, a polícia trabalha com três linhas de investigação que são mantidas em sigilo, segundo a delegada Vanessa Alice, para não atrapalhar os trabalhos. Contra estes suspeitos que estão sendo investigados agora, porém, não há provas seguras.
Delazari admite que o tempo é inimigo da perfeição nestes casos. “Quanto mais passa o tempo, mais complicado fica de encontrar o criminoso. Isso é indiscutível”, diz. Mas ainda há esperanças, segundo ele. “A investigação não está esgotada. Temos esperança e desejo de encontrar esse criminoso o mais rápido possível”, afirma Delazari. “Nós temos uma equipe dedicada a esse caso de forma praticamente exclusiva”, afirma. “Enquanto houver investigações a serem realizadas, nós continuamos trabalhando”, completa a delegada.
Serviço: Informações e denúncias que possam ajudar a polícia a solucionar o caso podem ser passadas pelo telefone 181.
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Quebra-cabeças
Veja algumas peças que formam o enigma do caso Rachel Genofre:
Sacola plástica
- O corpo estava envolvido por uma sacola plástica amarela de uma loja, que é localizada no bairro Xaxim. Na época do crime, porém, a polícia constatou que tal loja já não usava aquele tipo de sacola fazia um ano.
“O que podemos entender com isso apenas é que o autor tinha o hábito de guardar sacolas”, afirma a delegada Vanessa Alice. Lençol
- O corpo também estava envolvido por um lençol. De acordo com a delegada, não se descobriu nenhum hotel da região central que usasse aquele modelo. “É um lençol muito comum, vendido em lojas populares”, explica.
Mala
- Não se sabe ao certo da onde saiu a mala em que o corpo de Rachel foi carregado. Linhas de investigação dão conta de que a mala foi comprada em uma loja próxima à Rodoferroviária. Mas isso não é um ponto totalmente fechado pela polícia.
Impressão digital
- Nem mesmo uma impressão digital foi encontrada. De acordo com a delegada responsável pelo caso, apenas uma impressão palmar foi deixada na mala, o que não é suficiente, por si só, para levar até o assassino. Somente depois de identificado o autor é que será possível comparar a palma de sua mão à impressão deixada na mala. A impressão palmar pode nem ser do autor do crime, já que a mala foi bastante manuseada até a chegada da perícia.
Retrato falado
- Um retrato falado feito a partir das informações repassadas pelo vendedor da loja de malas, localizada nas proximidades da rodoviária, ainda é usado pela polícia nas investigações. Mas como não se sabe se a mala do crime foi realmente adquirida ali, a polícia também trabalha com outros retratos falados, que não foram divulgados.
Pessoas conhecidas
- Em princípio, trabalha-se com a ideia, segundo a delegada, de que o autor do crime seja uma pessoa conhecida da família ou da menina, para poder tirá-la do local, em uma área central, com bastante movimento. “Mas não nos prendemos única e exclusivamente a esta informação. Nós trabalhamos também com a hipótese de que seja alguém desconhecido”, explica.
Local do crime
- A polícia ainda não conseguiu definir onde ocorreu o crime. Há suspeita de que tenha ocorrido na região central, mas a hipótese que vem ganhando força é a de que o crime tenha ocorrido em um bairro distante. “Todas as câmeras dos estabelecimentos foram vistoriadas. Não foi encontrado nada. Acreditamos que o autor, então, tenha levado a menina de carro. E, assim, há possibilidade de que o crime tenha ocorrido em um bairro distante, sim”, diz Vanessa Alice.
Autoria simples
- A polícia trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido cometido por apenas uma pessoa, já que a perícia revelou que o abuso sexual foi cometido por um único indivíduo. Porém, segundo Vanessa Alice, não está descartada a hipótese de que uma segunda pessoa tenha ajudado a tirar o corpo do local.
Mochila, tênis e troféu
- Os pertences de Rachel não foram encontrados até o momento e não há pista de onde estejam.
Mordidas
- De acordo com o professor de medicina legal Paulo Coen, as mordidas deixadas pelo autor do crime no corpo do Rachel podem ajudar na identificação de criminoso a partir de sua arcada dentária.
Cabelo cortado
- Segundo Coen, de acordo com os cortes é possível dizer se o autor era destro ou canhoto.
Saiba mais
Fonte: Gazeta do Povo
Vítima encara estuprador de San Francisco no tribunal
Outubro 29, 2009 at 7:55 pm | In Crimes, EUA | Leave a CommentUma mulher violentada em 1976 por Phillip Garrido, o sequestrador da jovem Jaycee Dugard, encarou seu algoz nesta quinta-feira, em um tribunal da Califórnia.
Katherine Callaway Hall foi nesta quinta-feira ao tribunal de Placerville, onde Garrido e sua mulher Nancy, acusados de sequestro e estupro de Dugard, compareceram para uma audiência preliminar.
Garrido e a mulher são acusados de sequestrar Dugard quando a jovem tinha apenas 11 anos, em South Lake Tahoe, Califórnia, em 1991, e a mantê-la em cárcere privado até agosto passado.
Durante este período, o sequestrador gerou duas filhas com sua vítima, mantidas em condições subumanas em um pátio atrás da casa dos Garrido.
O caso levantou várias questões sobre o sistema judicial, já que quando Garrido sequestrou Dugard, já tinha várias condenações por estupro.
Garrido havia sido condenado a 50 anos de prisão em Nevada pelo caso Hall, mas foi libertado em 1988, após cumprir 11 anos de pena.
“Me sinto intensamente envolvida nisto. Vou garantir que desta vez este homem fique preso para sempre”, disse Hall à imprensa sobre Garrido, cuja fiança está fixada em 30 milhões de dólares.
Fonte: AFP
Caso Dudu: Laudo aponta que assassino é esquizofrênico
Outubro 29, 2009 at 1:11 pm | In Crimes, Mato Grosso do Sul | Leave a CommentJoão Humberto
Exames feitos com o jovem Holly Lee de Souza, 23 anos, indicam que ele tem esquizofrenia e é incapaz de entender o caráter de um crime. Lee é um dos acusados de matar com crueldade o garoto Luiz Eduardo Martins Gonçalves, o Dudu, em dezembro de 2007.
O exame de sanidade mental foi determinado no dia 15 de outubro pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal de Júri, Aluízio Pereira dos Santos. Hoje ele recebeu o laudo assinado pela perita forense Sara Suzane Silva Costa, que será anexado ao processo do caso.
Agora, o magistrado vai analisar o laudo e depois encaminhar à Promotoria para as alegações finais. “O exame não é decisivo, haverá uma decisão que deverá ser definida até o dia 10 de novembro, caso não haja nenhum imprevisto”, disse Aluízio dos Santos ao Campo Grande News.
Souza é acusado de matar a criança junto com José Aparecido Bispo da Silva, 54. Os dois estão presos. Em depoimento à Justiça, eles negaram o crime. No entanto, à Polícia Civil, Holly Lee de Souza contou detalhes do assassinato.
O defensor público, Fábio Rogério Rombi da Silva, requereu exame mental do acusado alegando que há fundada dúvida quanto à higidez mental do mesmo, porquanto, segundo disse: “parece oscilar entre a lucidez e o delírio, não havendo nexo no raciocínio”. Como provas da incapacidade, o defensor lembrou de trechos do próprio depoimento de Holly em juízo.
Fonte: Campo Grande News
Homem preso com adolescentes em cárcere privado é suspeito de pedofilia
Outubro 29, 2009 at 12:55 pm | In Crimes, São Paulo | Leave a CommentO homem detido na manhã desta quinta-feira (29) por manter adolescentes de 13 e 17 anos em cárcere privado também é suspeito de pedofilia. A informação é da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo. A prisão do vendedor ocorreu no Ipiranga, na Zona Sul da capital, durante a Operação Gênese da Polícia Civil.
Três garotos estavam com o homem de 52 anos, segundo informa a secretaria. Inicialmente, a polícia havia informado que eram dois meninos entre 13 e 15 anos e que o suspeito tinha 49 anos.
O garoto mais novo morava em Caieiras, na Grande São Paulo, e estava desaparecido desde o agosto de 2008. O preso tem três passagens na polícia por estelionato. Segundo a secretaria, foram encontradas fotos do suspeito com os garotos. Nelas, eles aparecem juntos em trajes íntimos.
Policiais estão nas ruas de todo o estado desde 0h para para cumprir diversos mandados de busca e prisões, recapturar foragidos e apreender materiais como máquinas caça-níqueis e produtos falsificados.
De acordo com a polícia, diversos departamentos da corporação participam da operação, que vai até as 13h desta quinta. Não foram dados detalhes sobre os casos, para não atrapalhar as investigações, segundo a polícia.
Ainda durante a madrugada, dois empresários que eram mantidos reféns em um cativeiro no Jardim Colorado, Zona Leste de São Paulo, foram libertados. O único sequestrador que guardava o imóvel conseguiu fugir. A ação, segundo a delegacia geral, fez parte da operação.
Fonte: G1
Caso Kaytto: Defensoria impugna laudo de Delfino
Outubro 29, 2009 at 8:09 am | In Brasil, Crimes, Cuiabá | Leave a CommentO defensor público Altamiro Araújo encaminhou à Justiça a impugnação do laudo de insanidade mental que descartou a possibilidade do pedófilo Edson Delfino, 29 anos, possuir distúrbios psiquiátricos e o considerou capaz para responder pelos próprios atos.
Araújo defende que o réu não foi submetido pelo Instituto Médico Legal (IML) a um exame fundamental para o diagnóstico de psicopatia, que poderia isentá-lo de julgamento pelo Tribunal do Júri. O Ministério Público Estadual (MPE) é favorável a aceitação do laudo.
No documento protocolado na 12ª Vara Criminal de Cuiabá, o defensor público pede que Delfino passe pelo exame chamado tomografia PET (Pósitron Emission Tomography), que seria o meio adequado para detectar a existência de déficits neurológicos no lobo frontal em sociopatas, segundo a tese sustentada no recurso.
“O periciado foi submetido a exame por ressonância magnética, contudo, o laudo não descreve a existência ou inexistência de déficits neurológicos na região. Por outro lado, o procedimento adotado para a avaliação não é o recomendado”, apontou um trecho do parecer de Araújo.
Com a tese de que a tomografia PET é indicada por neurocientistas para a avaliação de casos de sociopatia, o defensor solicitou que Delfino passe pelo exame. O resultado do incidente de insanidade mental ao qual o assassino confesso de duas crianças foi submetido foi entregue à Justiça semana passada pelo Instituto Médico Legal (IML).
“A juíza pode não aceitar a impugnação e o processo judicial seguirá normalmente, mas poderei entrar com recurso. Se o Edson for levado a júri popular, a falta desse exame também poderá ser levada ao conhecimento dos jurados antes que façam o julgamento”, salientou Araújo. Edson Delfino estuprou e matou Kaytto Guilherme Nascimento Pinto, aos 10 anos, no dia 13 de abril deste ano.
Fonte: Diário de Cuiabá
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