DF tem o maior número de crianças desaparecidas do país
Outubro 16, 2009 at 12:53 pm | In DF, Distrito Federal | Leave a CommentDe acordo com as estatísticas, 209 casos foram registrados.
Rio de Janeiro ocupa segundo lugar, com 144 ocorrências.
O Distrito Federal lidera as estatísticas sobre desaparecimento de crianças, de acordo com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Nos últimos quatro anos foram registrados 209 casos. Quarenta e sete ainda não foram solucionados.
De acordo com o ranking, o estado do Rio de Janeiro está em segundo lugar, com 144 casos registrados, seguido por São Paulo e Sergipe (126), Goiás (94) e Rio Grande do Sul (81). A última posição é ocupada por Roraima, com uma ocorrência.
De acordo com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedest), crianças que fogem de casa acabam passando pela Rodoviária do Plano Piloto. Ficam perambulando pela área, circulando de ônibus em ônibus sem rumo. Foi assim que aconteceu com o filho de Valéria Moreira. O adolescente, de 14 anos, brigou na escola e, com medo da bronca do pai, saiu de casa. Foram duas noites em claro.
“Ele foi tomar água no Terminal Rodoviário do Cruzeiro (cidade próxima a Brasília), viu um cartaz e pensou que fosse o Adriano, jogador de futebol. Quando chegou perto, viu que era ele. Foi aí que a ficha caiu e ele pensou: ‘minha mãe está me procurando’”, conta a servidora pública.
Na maioria dos casos a criança desaparece por causa de um problema com a família. Por isso, quando ela é encontrada, a secretaria dá apoio psicológico aos pais, tendo como principal objetivo evitar novas fugas.
“A fuga do lar é motivada por violência doméstica, por rebeldia adolescente. Se houver uma resistência da criança ou do adolescente em ser reintegrado à família, é feito todo um processo psicológico pra que a gente consiga essa aproximação familiar”, explica Bruno Medeiros, da Sedest.
A secretaria divulga o rosto de pessoas desaparecidas em contas de água e luz e o retorno é grande. Desde que o programa de crianças desaparecidas entrou em operação, há 41 anos, foram 1.040 registros. Ceilândia, cidade satélite do DF, concentra o maior número de casos. Seguida de Brasília, Samambaia, Taguatinga e Planaltina.
Fonte: G1
Preso nesta segunda-feira homem acusado de abusar da enteada
Outubro 6, 2009 at 9:25 pm | In Condenação, Crimes, DF, Distrito Federal | Leave a CommentFoi preso nesta segunda-feira (05/10), pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), G. P. N., 41 anos, por atentado violento ao pudor contra a própria enteada. Segundo as investigações, tais crimes eram praticados na residência da família.
Ele abusava da menina desde que ela tinha 10 anos de idade, e a ameaçava caso contasse o que acontecia à mãe da garota. Em 2006, quando ela tinha 11 anos a menina acabou contando a mãe, que denunciou G. à polícia.
Desde então, os policiais estão à procura do homem, que foi achado na tarde desta segunda-feira (5/10), em um lava a jato, no Setor O, de Ceilândia. Geraldo foi condenado a doze anos de prisão.
Fonte: Correio Braziliense
Disque Denúncia é o novo parceiro da CPI de Crianças e Adolescentes Desaparecidos
Outubro 3, 2009 at 2:49 am | In DF, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo | Leave a CommentEm reunião, nesta segunda-feira (28), a relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito de Crianças e Adolescentes Desaparecidos da Câmara dos Deputados, deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), fechou acordo de parceria com o Disque Denúncia do Rio de Janeiro. A partir de agora, as denúncias recebidas pelo site da CPI serão encaminhadas para a apuração do Disque Denúncia.
“Em princípio, os estudos serão iniciados por São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Mas o objetivo é ampliar o campo de atuação do Disque Denúncia”, explicou a deputada. Para ela, firmar esta parceria foi de extrema importância para a solução dos casos de desaparecimento de crianças que chegam até a CPI.
Andreia Zito também se reuniu com representantes do Portal Kids, que mantém uma exposição de fotografias de crianças desaparecidas. O Portal mantém também o projeto Mães do Brasil, que visa dar apoio emocional e psicológico às mães que têm um filho desaparecido.
“Queremos acompanhar o andamento dos casos já denunciados pelo Portal Kids. Essas parcerias são importantes para que a CPI atinja seus objetivos. O conhecimento e experiência dessas entidades nos ajudarão a criar políticas e ações de combate a esses crimes em nosso país. É um somatório de forças”, afirmou a relatora Andreia Zito.
Fonte: CPI das Crianças e Adolecentes Desaparecidos
Mulher é presa após mandar filho de 9 anos comprar drogas
Setembro 30, 2009 at 1:15 pm | In Crimes, DF, Distrito Federal | Leave a CommentUma mulher foi presa no Recanto das Emas na noite desta terça-feira (29/9) após mandar seu filho, uma criança de nove anos, comprar drogas.
Por volta das 21h30, a mulher de 30 anos, pediu que o menor fosse ao encontro de um traficante para comprar merla e maconha. O pai da criança denunciou a situação à Polícia Militar. O casal tem mais dois filhos. Policiais militares encontraram o menor com uma trouxinha de maconha. O traficante não foi identificado.
A acusada foi levada à 27ª DP (Recanto das Emas) e autuada por corrupção de menor. Caso seja condenada, a pena pode variar ente um e quatro anos de prisão. A criança ficará com o pai e o Conselho Tutelar será informado sobre o caso.
Fonte: Correio Braziliense
Denuncie o tráfico de entorpecentes!
“Não deixe um traficante adotar o seu filho”!
Forneça o máximo de informações possíveis: local, ponto de referência, nomes, apelidos, placas de autos, motos, horários, etc.; tudo que julgar útil.
DF: Aumenta busca por adoções
Setembro 28, 2009 at 2:56 pm | In DF, Distrito Federal | Leave a CommentPrograma convida a sociedade a refletir sobre menores abandonados

Gisele Diniz
A parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal (Sedest) e a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude no programa Família Acolhedora promete gerar bons frutos. Em apenas três dias úteis após o lançamento da ideia, o sistema do órgão social do governo do Distrito Federal contabilizou cerca de 100 ligações de pessoas interessadas em informações a respeito da iniciativa. As famílias ainda não fecharam acordo, mas a expectativa é de esclarecimento da sociedade e, consequentemente, aumento nas adoções.
Para a secretária da Sedest, Eliana Pedrosa, mesmo diante da procura, o tempo foi muito curto para começarem as primeiras inscrições. Além disso, a Sedest ainda pretende lançar nas próximas semanas uma campanha sobre o assunto a fim de informar a maior quantidade de pessoas possível.
Segundo a promotora de Justiça da Infância e Juventude, Fabiana Assis, a aposta do órgão é que o programa chame a atenção da população do DF para o assunto tão pouco discutido. “O Família Acolhedora convida a sociedade a refletir sobre a responsabilidade que tem sobe os menores abandonados. A repensar a cultura e entender que qualquer um é capaz de acolher e amar uma criança, mesmo que não seja da família”, comentou. “Não é uma criança que precisa de uma família, mas a família que precisa de uma criança.”
“A experiência pode ser um passo para superar um sistema que não atende à demanda”, disse Fabiana Assis. “O Ministério Público entende que o modelo tradicional é deficiente e traz graves consequências psicológicas aos menores.” Embora não seja o objetivo do programa, a quebra de paradigmas e do preconceito pode aumentar também as adoções.
Um caso provável de adoção provisória é o do menor Édson (nome fictício), de 12 anos. Ao perder os pais, a guarda do garoto foi repassada à irmã mais velha, mas a dona de casa não conseguiu sustentar toda a família. Assim como Édson, outros três irmãos foram encaminhados a um abrigo há quatro meses. A única menina fugiu.
Ao contrário de Édson, o abrigado Matheus (nome fictício) teme voltar a viver com os parentes. Há apenas duas semanas de sua chegada à casa de apoio, o adolescente de 13 anos ainda lembra das barbaridades que viu e sofreu enquanto morava na rodoviária do Plano Piloto. “Gostaria de ser adotado. Seria legal ter uma família que não fosse a minha. Não me lembro de nada bom deles”, disse.
De acordo com a Sedest, aproximadamente 400 crianças e adolescentes estão afastados do convívio familiar no DF. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Avançada (Ipea), em 85% dos casos o motivo é falta de condições financeiras. Além disso, muitas vão para as casas de apoio por determinação da Justiça, seja por maus tratos ou pela presença de usuários de drogas entre os familiares. Elas estão divididas em três abrigos sociais à espera de adoção ou reintegração junto aos parentes.
O programa
O programa Família Acolhedora foi lançado no dia 11 de setembro pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), com o apoio da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude. O objetivo é recrutar voluntários a receber em casa, por no máximo seis meses, um dos abrigados do governo do Distrito Federal com o objetivo de prepará-los para conviver com uma família ou voltar à convivência dos parentes consanguíneos.
Para auxiliar nas despesas, a Sedest disponibilizará R$ 415 mensais a serem gastos com alimentação, estudos e demais necessidades do menor. “O objetivo é humanizar e tornar a convivência do ambiente o mais próximo possível do lar”, explicou a secretária Eliana Pedrosa. Os acolhedores não podem ter intenção de adotar. Caso se interessem, não terão prioridade no processo e deverão se encaminhar à fila de doações.
A secretária da Sedest, Eliana Pedrosa, lembra que os laços poderão ser mantidos com visitas acordadas. “Pode-se estabelecer um vínculo de amizade ou mesmo de tio e sobrinho”, exemplificou. “É melhor que a pessoa sofra por uma perda que por nunca ter sentido um carinho.”
Os interessados poderão procurar o Abrigo Reencontro, na QNF 24, Área Especial 7, ou ligar para o 0800-6471-407.
Fonte: Tribuna do Brasil
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DF: Crianças e adolescentes que vivem em abrigos vão poder ser acolhidas
DF: Crianças e adolescentes que vivem em abrigos vão poder ser acolhidas
Setembro 16, 2009 at 1:06 am | In Distrito Federal | Leave a CommentAs famílias vão ser avaliadas todo o tempo e ainda vão receber uma ajuda em dinheiro. A permanência dos menores na nova casa é temporária.
Hoje são mais de 800 crianças e adolescentes que vivem em abrigos. Os pais são alcoólatras, usuários de drogas ou simplesmente abandonaram os filhos, meninas e meninos que estão sob a tutela do Estado. A ideia do programa é oferecer a eles um lar provisório. Em vez de encaminhados para abrigos, vão ser acolhidas por outra família, que passa a ter a guarda temporária.
“Eles ficariam com essa família provisória e, depois de um tempo, voltariam para suas famílias. E se possível, seriam colocados para adoção”, explica o assessor técnico da Vara da Infância, Eustáquio Coutinho.
A família acolhedora não terá prioridade na adoção da criança. Terá que entrar na fila e passar por todos os critérios e só poderá ficar com a criança por no máximo seis meses. Cada família vai receber R$ 415, por criança.
“É um valor de bolsa que dá para comprar alimentação, material de higiene e algum material escolar”, afirma a secretária de Desenvolvimento Eliana Pedrosa.
Psicólogos e assistentes sociais vão acompanhar e avaliar as famílias e com visitas surpresas. O objetivo é garantir a integridade das crianças assistidas. “As famílias precisam ser preparadas e capacitadas permanentemente para esse programa, e ter uma fiscalização de toda a rede”, destaca a promotora de Justiça Fabiana de Assis Pinheiro.
Serviço:
A família que quiser pode se inscrever no Abrigo Reencontro, na QNF 24, Área Especial F, ou pelo telefone 0800 6471 407.
Fonte: Bom Dia DF
Polícia Civil prende mais dois pedófilos em operação ‘Anjo do Céu’
Julho 17, 2009 at 7:13 pm | In Crimes, Distrito Federal | Leave a CommentCarlos Carone
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu mais dois pedófilos na operação “Anjos do Céu”, que combate o abuso e exploração de crianças e adolescentes.
O funcionário terceirizado do Ministério da Saúde, M. G., 38 anos, foi preso no dia 03 de julho, acusado de atentado violento ao pudor.
Na tarde desta sexta-feira (17), o servidor dos Correios, E. M. F., 42, foi preso por mandado de prisão expedida pelo resultado da investigação da polícia.
A investigação constatou a existência de uma rede de pedofilia envolvendo M. e E.. Mandados de busca e apreensão foram expedidos para suas casas e locais de trabalho, onde se encontrou o material confirmando a prática do abuso sexual contra crianças.
A rede se estende a outros estados do Brasil, e também possui a participação de estrangeiros.
Fonte: clicabrasilia
Câmara recebe proposta para criação de 27 Conselhos Tutelares no DF
Junho 25, 2009 at 9:47 pm | In Distrito Federal, Leis | Leave a CommentA Câmara Legislativa recebeu na tarde desta quinta-feira (25) uma Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO), de inciativa popular, para a criação de 27 Conselhos Tutelares no Distrito Federal. A Proposta conta com a assinatura de 30 mil eleitores do DF – o mínimo, de acordo com a Justiça Eleitoral, seria de 20 mil assinaturas, ou 1% dos eleitores.
A Proposta foi entregue pelo coordenador do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do MPU do DF (Sindjus), Roberto Policarpo; pelo Promotor de Justiça de Defesa da Infância e Juventude, Pedro Oto de Quadros, e por um representantes da Associação dos Conselheiros Tutelares. Ao receber o documento, o presidente da Câmara, deputado Leonardo Prudente (DEM), prometeu uma análise detalhada da iniciativa. O documento será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para exame da admissibilidade.
A campanha de mobilização para coleta das assinaturas teve a participação do Sindjus, do Ministério Público do DF e Territórios e dos próprios conselheiros turelares.
A PELO prevê o funcionamento durante 24 horas dos atuais Conselhos Tutelares das cidades, inclusive nos fins de semana, e a criação de outras unidades para que todas as cidades do DF tenham pontos de atendimento, como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Atualmente o DF conta apenas com 10 Conselhos Tutelares para atender a demanda de uma população de aproximadamente dois milhões de habitantes. Segundo recomendação do Conselho Nacional dos Direitos da Criança (Conanda), deve-se criar um Conselho Tutelar a cada 200 mil habitantes ou em densidade populacional menor quanto o município for organizado por regiões administrativas.
Fonte: ClicaBrasília
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